Relações Internacionais
Promissor, o mercado de trabalho oferece inúmeras possibilidades para os profissionais desta área
O mais antigo curso de Relações Internacionais foi fundado em 1974 na UnB (Universidade de Brasília). A universidade fez seu curso com a grade curricular voltada basicamente para a diplomacia, com objetivo de dar apoio às embaixadas. O curso pretendia que os alunos egressos trabalhassem não apenas na diplomacia brasileira, mas dando apoio à toda aquela burocracia internacional que se instalou na capital. Nos anos 90, começou a expansão do curso para outras capitais.
Segundo levantamento feito pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) em 2003, existem 55 cursos de Relações Internacionais espalhados pelo Brasil. O total de matrículas feitas foi de 10.225, contrapondo-se com o número de concluintes do bacharelado, 945.
"Eu diria que 80% dos alunos quando entram no curso querem ser diplomatas, esse número se reverte no final do curso, 80% deles não quer fazer diplomacia quando se formam. E por quê? Porque descobrem outras áreas de atuação, isso é muito freqüente", constata o coordenador do curso de Relações Internacionais daUnivali, Roberto Di Sena Júnior.
As áreas de atuação para o Bacharel em Relações Internacionais são diversas. "Não existe apenas a diplomacia, que é trabalhar diretamente com o Itamaraty e com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), mas você tem funções em diversos outros órgãos públicos, sejam eles federais ou estaduais", explica Di Sena.
O analista de comércio exterior é um funcionário que existe no âmbito do Ministério do Desenvolvimento, que trabalha junto com o MRE. Tem também assessoria internacional nos diversos ministérios. Existe o campo de trabalho nas empresas privadas: multinacionais, empresas de pequeno porte que querem se internacionalizar, assessoria privada. "Uma coisa é você ser contratado por uma empresa pra trabalhar exclusivamente no departamento de exportação e na prospecção de mercado internacional, outra coisa é montar uma consultoria e prestar esse mesmo serviço de forma avulsa", conta o professor.
Outro nicho bastante interessante são as organizações internacionais que mantêm escritórios no Brasil, por exemplo a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e Comissão Jurídica Interamericana. Existe a possibilidade de progredir e chegar à sede dessas organizações internacionais, seja ONU (Organização das Nações Unidas), OMS (Organização Mundial da Saúde) ou OMC (Organização Mundial do Comércio).
"E ainda existe a possibilidade de trabalhar na Academia, com pesquisa e desenvolvimento de projetos, que é uma área que tem demandando muitos profissionais com essa formação", esclarece Di Sena.
A maior parte dos egressos parte para a área de gestão na iniciativa privada. O salário inicial de um bacharel em Relações Internacionais está por volta de R$ 2.000 e as regiões do país mais promissoras para esse profissional, além do Distrito Federal, são Sul e Sudeste.
Se você se interessou por esse bacharelado, preste atenção nas dicas do professor Roberto Di Sena: "A demanda é por alunos que se interessam por História, Geografia, idiomas e temas internacionais. São alunos com uma visão um pouco mais globalizada dos acontecimentos ou das conseqüências desses acontecimentos internacionais para as nossas vidas".
Segundo levantamento feito pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) em 2003, existem 55 cursos de Relações Internacionais espalhados pelo Brasil. O total de matrículas feitas foi de 10.225, contrapondo-se com o número de concluintes do bacharelado, 945.
"Eu diria que 80% dos alunos quando entram no curso querem ser diplomatas, esse número se reverte no final do curso, 80% deles não quer fazer diplomacia quando se formam. E por quê? Porque descobrem outras áreas de atuação, isso é muito freqüente", constata o coordenador do curso de Relações Internacionais daUnivali, Roberto Di Sena Júnior.
As áreas de atuação para o Bacharel em Relações Internacionais são diversas. "Não existe apenas a diplomacia, que é trabalhar diretamente com o Itamaraty e com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), mas você tem funções em diversos outros órgãos públicos, sejam eles federais ou estaduais", explica Di Sena.
O analista de comércio exterior é um funcionário que existe no âmbito do Ministério do Desenvolvimento, que trabalha junto com o MRE. Tem também assessoria internacional nos diversos ministérios. Existe o campo de trabalho nas empresas privadas: multinacionais, empresas de pequeno porte que querem se internacionalizar, assessoria privada. "Uma coisa é você ser contratado por uma empresa pra trabalhar exclusivamente no departamento de exportação e na prospecção de mercado internacional, outra coisa é montar uma consultoria e prestar esse mesmo serviço de forma avulsa", conta o professor.
Outro nicho bastante interessante são as organizações internacionais que mantêm escritórios no Brasil, por exemplo a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e Comissão Jurídica Interamericana. Existe a possibilidade de progredir e chegar à sede dessas organizações internacionais, seja ONU (Organização das Nações Unidas), OMS (Organização Mundial da Saúde) ou OMC (Organização Mundial do Comércio).
"E ainda existe a possibilidade de trabalhar na Academia, com pesquisa e desenvolvimento de projetos, que é uma área que tem demandando muitos profissionais com essa formação", esclarece Di Sena.
A maior parte dos egressos parte para a área de gestão na iniciativa privada. O salário inicial de um bacharel em Relações Internacionais está por volta de R$ 2.000 e as regiões do país mais promissoras para esse profissional, além do Distrito Federal, são Sul e Sudeste.
Se você se interessou por esse bacharelado, preste atenção nas dicas do professor Roberto Di Sena: "A demanda é por alunos que se interessam por História, Geografia, idiomas e temas internacionais. São alunos com uma visão um pouco mais globalizada dos acontecimentos ou das conseqüências desses acontecimentos internacionais para as nossas vidas".
Fonte: www.universia.com.br
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